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Mostrando postagens de Outubro, 2016

Centros de toxicologia se reúnem para discutir protocolos terapêuticos

Representantes do Centro Antiveneno da Bahia (Ciave) participaram esta semana, em Belo Horizonte, da reunião técnica dos Centros de Informação e Assistência Toxicológica e Toxicologistas Clínicos - Abracit. O evento, de grande relevância para os Centros de Informação e Assistência Toxicológica, chamados CIATox, teve como tema principal a padronização de condutas nos acidentes com animais peçonhentos, soroterapia e atualizações na abordagem inicial ao paciente intoxicado, e teve a presença de representantes do Ministério da Saúde (MS), Fundação Ezequiel Dias (Funed) e Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos da UNESP (Cevap).

O biólogo e representante da Organização Panamericana de Saúde (Opas) junto ao MS, Flávio Dourado, falou sobre a atual crise na produção e no abastecimento de soros antivenenos no país, situação que deve começar a ser normalizada a partir de novembro. Dourado recomendou ainda a divulgação das novas recomendações do MS em relação à soroterapia para os ac…

Acidentes com crianças crescem na Bahia nos últimos 15 anos

Para enfrentar o crescimento de acidentes com produtos e serviços, órgãos públicos e entidades da sociedade civil formaram a Rede Consumo Seguro e Saúde para desenvolver ações em conjunto. Durante todo ano são realizadas operações de fiscalização e orientação a população. O mês de outubro será dedicado para alertar sobre riscos com crianças, com ações do Ibametro, Procon, Codecon, Corpo de Bombeiros, dentre outros órgãos.  A Semana Criança Segura será realizada entre os dias 04 a 11 de outubro em escolas das redes municipal e estadual, faculdades, shopping, finalizando com um seminário no dia 11 na Escola Superior da Defensoria Pública.
A Realidade dos acidentes na Bahia Enquanto a média nacional aponta para redução das mortes em acidentes em -23,67%, entre o público de 0 a 14 anos, na Bahia a situação piorou com um crescimento no número de mortes em 5,02%. Quando são analisados os números de internações, a situação se repete. Enquanto nacionalmente, as internações atingiram a média de 8%,…

ADI questiona pulverização aérea de produtos químicos no combate ao mosquito Aedes aegypti

Dispositivo da Lei federal 13.301/2016 que admite o uso de aeronaves para dispersão de substâncias químicas no combate ao mosquito Aedes aegypti foi questionado no Supremo Tribunal Federal (STF). A matéria é objeto da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5592, ajuizada com pedido de liminar pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O artigo 1º, parágrafo 3º, inciso IV, da Lei 13.301/2016 admite a pulverização aérea, desde que a medida seja aprovada pelas autoridades sanitárias e conte com comprovação de eficácia por parte da comunidade científica. Segundo a norma, tal uso pode ser admitido diante de iminente perigo à saúde pública pela presença de vírus causadores de dengue, zika e febre chikungunya, transmitidos pelo mosquito.

O procurador-geral alega violação do direito ao ambiente equilibrado previsto no artigo 225, caput, da Constituição Federal, segundo o qual preservação e proteção do ambiente se impõem ao poder público e à coletividade, por considerar que os dan…