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O tema "intoxicações" foi abordado durante o 7º Simbravisa

Com cerca de 1.000 inscritos, o 7º Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária, realizado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) no período de 27 a 30 de novembro, no Hotel Bahia Othon Palace, em Salvador, teve quase 100 atividades entre conferências, discussões, mesas redondas, etc., visando o aprofundamento do diálogo entre academia, os serviços de vigilância sanitária e a sociedade.

Integrantes dos Grupos de Trabalho sobre Agrotóxicos da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) estiveram reunidos com membros dos Grupos Temáticos Saúde e Ambiente, Saúde do Trabalhador e Vigilância Sanitária da Abrasco, dentre outros, no dia 26, no auditório do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da UFBA, para discutir a questão do uso de agrotóxicos e os seus riscos.

Os profissionais discutiram, ainda, sobre o relatório 2013-2015 do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), divulgado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária no dia anterior, resultando na elaboração de um manifesto técnico-político.

A Sesab contou com um stand da Diretoria de Vigilância Sanitária e Ambiental (Divisa), onde o Centro de Informações Antiveneno (Ciave) realizou uma exposição com exemplares de animais peçonhentos e outros agentes tóxicos, divulgando as suas ações de toxicovigilância, bem como de diagnóstico e tratamento das intoxicações agudas, com a participação de técnicos e estagiários do Centro.

Na tenda Maria Felipa, no dia 29, O Dr. Daniel Rebouças, médico e diretor do Ciave, e a psicóloga Soraya Carvalho, coordenadora do Núcleo de Estudo e Prevenção do Suicídio (Neps) do Ciave, participaram da roda de conversa intitulada “Intoxicações  Acidentais e Intencionais”, o que despertou grande interesse e participação do público presente.

Fontes: Ciave, Sesab, Abrasco.

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