Pular para o conteúdo principal

O CIAVE mais uma vez à frente da Associação Brasileira dos Centros de Assistência Toxicológica

Representantes dos Centros da Bahia, MS, PR e SC na
nova diretoria da ABRACIT.
Mais uma vez representantes do Ciave estão à frente da Associação Brasileira de Centros de Informação e Assistência Toxicológica e Toxicologistas Clínicos (ABRACIT), sociedade civil, de âmbito nacional e sem fins lucrativos, constituída pelos Centros de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox) ligados a instituições públicas, como o CIAVE.

O médico Daniel Rebouças, ex-diretor do CIAVE, presidiu a Associação no biênio 2013-2014, realizando em 2014 o V Congresso Brasileito de Toxicologia Clínica em Salvador. No último mês, em assembléia geral realizada em Curitiba (PR), o farmacêutico bioquímico Jucelino Nery, diretor interino do CIAVE, foi eleito para presidir a ABRACIT, no biênio 2019-2020, tendo como diretora científica a enfermeira Cintia Mesquita, também do Centro.

A Assembléia Geral, órgão máximo de deliberação da ABRACIT, é composta por um representante de cada Centro de Informação e Assistência Toxicológica e congêneres. Reune-se ordinariamente a cada dois anos para eleger os membros da Diretoria, Conselho Fiscal e Conselho Consultivo por votação direta.

O CIAVE, que deverá ter o nome mudado para CIATox-BA em 2019, seguindo orientação do Ministério da Saúde para unificação dos Centros Informação e Assistência Toxicológica em todo o país, foi criado em 1980, sendo um dos mais antigos e foi uma das instituições fundadoras da Abracit, em 2001.

Fonte: CIAVE

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Intoxicação por pó-de-mico

Continua um mistério a causa do surto que ocorreu no mês de março no município de Apuarema, interior da Bahia. A história teve início no dia 21/03, na Escola Municipal Aurino Nery, quando diversos alunos da oitava série manifestaram sinais de prurido na sala de aula causando uma pequena aglomeração naquele estabelecimento de ensino. Cerca de oito alunos manifestaram esses sinais na sala, saíram para o pavilhão e entraram em contato com turmas vizinhas  que acabaram manifestando os sintomas de prurido e urticária. O evento ocorreu se repetiu alguns dias depois. Ao todo foram mais de 40 crianças acometidas. Algumas apresentaram cefaléia. O colégio foi fechado temporariamente pela secretaria municipal de educação. As aulas foram retomadas no dia primeiro de abril sem indícios de um novo incidente. Suspeita-se que alguém tenha introduzido no local alguma substância. Pensou-se na possibilidade de ter sido “pó-de-mico”. O “pó-de-mico” consiste em tricomas (semelhante a pêlos) que recobrem as…

Ciave alerta para aumento do risco de acidente escorpiônico e fake news

Na Bahia, em 2018, ocorreram 24.714 casos de acidente por animais peçonhentos, de acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan, com 188 ocorrências em Salvador. Entre eles, o acidente escorpiônico predominou com 18.985 (76,8%), dos quais 47 se deram na capital.
No ano passado, o Centro de Informações Antiveneno – Ciave registrou o atendimento de 2.425 casos de escorpionismo. Já nessa primeira quinzena de janeiro, o Centro registrou 127 casos, 10% a mais que o mesmo período em 2018, com uma média de 9 ocorrências por dia.
Segundo Jucelino Nery, diretor do Ciave e coordenador estadual do Programa de Controle de Acidentes por Animais Peçonhentos, os acidentes escorpiônicos tiveram em 2018 um aumento de 22%, em relação ao ano anterior. Além do clima, o crescimento desordenado das áreas urbanas, a falta de saneamento básico, o desmatamento e o acúmulo de lixo, entulhos e restos de material de construção fazem com que os escorpiões procurem abrigo e alimento (insetos…

Águas vivas começam a aparecer em maior quantidade em Itajaí

Quem aproveitou a manhã de quarta-feira para caminhar pela areia da Praia da Atalaia em Itajaí teve que desviar de águas vivas. Os organismos marinhos surgiram aos montes e deixaram a areia coberta. Apesar de causarem preocupação aos banhistas, as encontradas ali não provocam as populares queimaduras, que na verdade são um tipo de envenenamento. De acordo com o Corpo de Bombeiros a espécie presente na Atalaia é a racostoma atlanticun, que não queima. Isso, porém, não significa que os banhistas devem ter contato com o animal marinho. Isso porque é difícil identificar se uma água viva é nociva ou não. Coordenador de praia da corporação e oceanógrafo, o soldado Daniel Ribeiro explica que só especialistas conseguem identificar quais espécies causam queimaduras e que algumas se assemelham muito as racostoma, mas queimam. Ribeiro explica que o surgimento das águas vivas perto da costa ocorre em função de uma série de fatores naturais. Um deles são as correntes marinhas que transportam os orga…