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O estágio não obrigatório no Ciave tem reinício com o "Mais Futuro" e o "Partiu Estágio"

Tem início nesta segunda-feira o estágio não obrigatório no Centro de Informações Antiveneno (Ciave) com estudantes oriundos dos Programas Partiu Estágio e Mais Futuro. São acadêmicos de diversos cursos da área de saúde.

Considerado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) como modelo de centro de informações e assistência toxicológica para os países em desenvolvimento, há 36 anos o Ciave disponibiliza campo de prática na área de Toxicologia, contribuindo para a formação de médicos, farmacêuticos, biólogos, veterinários, psicólogos, enfermeiros e terapeutas ocupacionais.

Os universitários do Programa Mais Futuro foram selecionados a partir do Edital nº 001/2017, da Secretaria da Educação, enquanto aqueles do Programa Partiu Estágio 2017 foram aprovados no Edital nº 002/2017, da Secretaria da Administração.

Os universitários têm a oportunidades de atuarem juntamente com a equipe multidisciplinar do Ciave, centro estadual de referência em Toxicologia, e conhecerem melhor essa área. Apenas os cursos de Farmácia e Medicina Veterinária possuem essa disciplina em sua matriz curricular, o que torna mais relevante este campo de estágio.

O fato de o Ciave estar localizado em uma unidade hospitalar e de emergência faz com que os seus profissionais estejam em constante exercício dos seus conhecimentos teóricos, o que lhes garantem mais prática e segurança para a prestação de uma orientação toxicológica confiável, frente aos inúmeros e diversificados agentes causadores de intoxicação. Além disso, esta prática contribui para a formação de novos profissionais que virão a atuar em outras unidades de saúde do SUS.

Segundo o Diretor do Ciave, Dr. Daniel Rebouças, só em 2016 foram registrados no Estado mais de 15.000 acidentes por animais peçonhentos e 4.000 intoxicação por diversos agentes, principalmente medicamentos, apesar da acentuada subnotificação.

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