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CIAVE discute sistemas de informação na Toxicovigilância



O Centro Antiveneno da Bahia (Ciave) abordou na tarde de ontem, no 3º módulo do seu Curso Básico de Toxicologia Clínica, o tema “Os Principais Sistemas de Informação Utilizados em Toxicologia”, tendo como palestrantes o professor Renato Queiroz, sanitarista da Diretoria de Informação em Saúde da Secretaria da Saúde do Estado (DIS/Sesab), e o farmacêutico Jucelino Nery, técnico do Ciave.

Aula no CIAVE sobre sistemas de informação em saúde.
Foram apresentados aos participantes do curso os conceitos fundamentais e organização dos principais sistemas de informação em saúde (SIS) e a sua aplicação na Toxicovigilância, que se constitui em um conjunto de ações que visam eliminar ou minimizar as situações capazes de afetar a integridade física, mental e social dos indivíduos pela exposição a agentes tóxicos. 

O sanitarista Renato Queiroz enfatizou sobre a importância da informação gerada pela análise dos dados disponibilizados pelos SIS, a qual subsidia as tomadas de decisão e que impactam nas políticas públicas de saúde. Jucelino, por sua vez, ressaltou a necessidade da qualificação destas informações e da percepção dos profissionais quanto à importância das notificações através destes sistemas para a vigilância à saúde.

Jucelino coordena atividade de grupo.
Só em 2014 foram registrados mais de 19.000 casos de intoxicação no Estado, evento este que é monitorado pelo Ciave através da Toxicovigilância.

O curso promovido pelo Ciave, com o apoio da Escola Estadual de Saúde Pública, tem como público alvo os estagiários e técnicos do Centro e o objetivo de desenvolver habilidades e competências para informação e assistência toxicológica, com vistas à prevenção de agravos e à promoção da saúde da população.

Com a carga horária de 46 horas, o curso tem um modelo pedagógico que se baseia nas teorias de aprendizagem de base interacionista relativista, focado na mediação pedagógica onde o conhecimento provém da reflexão sobre a ação e da interação entre o estimulo externo e a elaboração interna.

Fonte: Ciave.

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